quinta-feira, 5 de maio de 2011

Série Lasciva: a invasão.

Começei a ter esses sonhos repetidas vezes ao longo das férias, se tiver alguém que tenha uma resposta, favor comentar amigos!

Estava chovendo aquela noite. Assim como todas as noites da semana, etava sempre chovendo, serenanado na verdade, quando, do lado de fora, decidi que entraria e invadiria a casa. Sendo uma como tantas outras, eu estava a fim de entrar e zoar dentro dela, talvez destruir um patrimônio, quem sabe?

Observei o movimento da rua. Graças a chuva completamente deserta. Nunca entendi por que os maranhenses tem tanto medo de chuva, ao ponto e ficarem tanto tempo em casa nesse período chuvoso, pensei, enquanto escalava o muro e entrava pela janela do 2º andar.

Ao entrar, deparei-me com uma estante repleta de livros dentro de um quarto, com uma cama logo ao lado, mais uma cadeira, dessas de leitura que dá até para tirar um cochilo, pois é... Uma escrivaninha perto da porta. Comecei, com o auxílio da pouca luz que entrava pela fresta da janela, a observar os livros que estavam no quarto: Foucault, Hobsbawn, enfim, inúmeros nomes e exemplares estavam elencados naquelas prateleiras.

Quando ouvir um ruído de passos na escada e alguém vindo em minha direção ou em direção do quarto, melhor dizendo. Daí, procurei esconderijo próximo a porta, no vão entre a porta e a escrivaninha, para não ser pega, quando o homem entrou. Tinha por volta de seus 40 ou 45 anos talvez, cabelos grisalhos, moreno. Ligou a luz, pegou um livro e sentou-se na cadeira de descanso. Fiquei observando-o por interminavéis horas, até que, n'um impulso para fugir, saí de detrás da porta, mas no momento que deveria ter corrido, congelei, o instinto foi maior e eu pulei sob ele sentado na cadeira, tirei o livro, seus óculos de leitura e o beijei, com gosto, fui passando a mão pelo seu pescoço, desçendo até o peito, desabotoando a camisa, em um mesmo movimento.

No instante, ainda sinto a sua relutância em conceber aquele ser saindo de detrás da porta, de dentro de seu quarto e o beijando, mas depois suas mãos percorrendo as minhas costas, descendo para os meus quadris a procura... O próximo lance de movimentos, somos nós dois, encaixados, um sob o outro, em um movimento ritmado, frenético, incessante, entre beijos e carícias. Os corpos quentes, o "sobe e desce" sob ele, as suas mãos sobre o meu ombro, para auxiliar meus movimentos.

E quando estou para chegar ao clímax; acordo, suada, com aquela sensação de um corpo sob o meu. Os ruídos da casa, aos poucos vão me acordando para a realidade. Pois é, mais um sonho. E é mais um dia que começa...!

Série Lasciva: contos eróticos escritos em sala de aula.

Esse conto nasceu em uma aula de Contemporanêa II, em plena apresentação de trabalho,onde conseguiram a façanha de tornar Eric Hobsbawn desinteressante e cansativo, naquele momento que era ou escrever ou dormir. Espero que gostem, pois eu, particularmente, gostei muito. Vocês também vão reparar que não possui título, é assim mesmo...


Era a tarde. Ela o espiava de "rabo de olho" enquanto ele, distraído, anotava em sala de aula alguns apontamentos. Ao mesmo tempo em que ele estava fazendo essas anotações, ela do outro lado da sala, exercita sua imaginação lasciva.

O observa sério, seu rosto com uma semblante também sério e concentrado, imagina as suas mãos percorrendo o seu corpo, enquanto à busca para mais perto de si, lhe dando um longo e acalorado beijo. Enquanto se beijavam, ficou imaginando que faria o mesmo caminhos de carícias que ele já o fizera tão bem, recompensando-o.

Nesse tempo, eles vão andando para chegar mais perto da mesa, que fica no centro da sala, apoiando-se na cadeira do professor para erger e colocá-la sob a mesa. Ela por sua vez, tira a sua camisa de botão, abrindo devagar, enqunato acaricia e beija seu dorso, seu abdomên... Enquanto isso, ele retira a blusa dela, acariciando e beijando seus seios, tentando livrar-se do sutiã, ela vai descendo sua mão sob o corpo dele até chegar ao cinto, desabotoando-o, seguidamente da calça, percorendo o volume riste que estava escondido ali. Ele, por sua vez, desceu suas mãos pelas costas dela até chegar as suas pernas, passando por seu quadril, subindo para passar por entre a saia, retirando o último obstáculo ao deleite dos dois.

Ele a segurou pelas costas à altura dos quadris e a penetrou de uma só vez. Seu corpo estava receptivo a isso. enquanto esses dois corpos movimentavam-se ritmadamente, entre rebolados, beijos, mãos, bocas, saliva, suor... prazer! Eles se abraçavam, se agarravam, na tentativa de não sair daquele instante de prazer!

Por fim, posteriormente, ao extase dos dois corpos, os sorriso, os corpos desinginressem, buscando o descanso. Ela se deita sob a mesa, ele a segue, pousando seu rosto entre os seios dela. Aí, o som das pessoas na sala ao térmio da aula, a desperta de seu delírio, ela junta suas coisas e o segue com seu olhar de desejo.